quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

1º semana da Quaresma – É preciso parar!

A Cidade dos Resmungos


Era chamada Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, refilavam e resmungavam mais ainda. No Verão, resmungavam porque estava muito quente. No Inverno, porque estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham nada para fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs. Todos tinham um problema, e todos refilavam que alguém tinha que fazer algo. Um dia chegou à cidade um homem carregado com um cesto enorme às costas. “Oh cidadãos deste belo lugar! Os campos estão a abarrotar de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tanta fartura. Porquê tanta insatisfação? Aproximem-se, que eu mostro-vos o caminho da felicidade.” As pessoas riram ao pensar que um estranho pudesse mostrar-lhes o caminho da felicidade. Mas enquanto riam, ele esticou uma corda entre dois postes na praça da cidade e, segurando o cesto diante de si, gritou: “Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam os problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Vou trocar os vossos problemas por felicidade!”Apesar da desconfiança, ninguém hesitou perante a oportunidade de se livrar dos problemas e todos rabiscaram alguma sua queixa num papel e atiraram para o cesto. O homem ia retirando os papéis e pendurando-os na corda, quando ele terminou havia problemas tremelicando ao longo de todos os centímetros de ponta a ponta. “Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o problema mais pequeno que conseguirem encontrar.” Todos correram na intenção de procurar o problema mais insignificante, mexeram e remexeram até que toda a gente tinha, mais uma vez, um papel na mão e a corda estava vazia. Para grande surpresa de todos, o que cada um segurava era exactamente o mesmo problema que tinha colocado no cesto. Cada pessoa tinha retirado o seu próprio problema, julgando ser ele o mais insignificante na corda.

Autor desconhecido

A Viagem da Vida

Quando uma vez atravessava um lago no Canadá Superior, numa canoa de casca de vidoeiro, fui apanhado pelo vendaval. Foi experiência emocionante, enquanto durou mas proveitosa.

Havíamos percorrido rios e ribeiras, ora em águas mansas ora em cachoeiras, mas sempre no meio da magnificência variada da floresta.

Era coisa nova desembocar do rio para a superfície vasta do lago e, partindo com o sol, encontrarmo-nos pouco depois sob um céu ameaçador no meio de um vendaval crescente e águas encapeladas.

A frágil canoazinha, na qual não víriamos até ai senão um veiculo para nos transportar sobre o rio, era agora a nossa única esperança de salvação. Se metesse uma vaga ou topasse num escolho ( de que havia por ali abundância) estávamos perdidos.

A nossa pá, em vez de ser considerada simples instrumento de propulsão, tornou-se o meio único de evitarmos o assalto das vagas e de continuarmos a rota.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

happy Brito's Day


É por este meio que veho felicitar todos os pioneiros e comunidade escutista um grande dia de São João de Brito !! :p
Não via outra maneira de abranger todo o grupo, se não o nosso querido blog ...
Abraço e aproveitem bem este dia !!

Eq. João garcia
- André rocha -