Passado quase um ano... vamos tentar reavivar o blog da nossa comunidade.
Eis que estamos prestes a reunir-nos com 17.000 mil irmãos escutas no Acanac...
segunda-feira, 16 de julho de 2012
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Bethany Hamilton
Para aqueles que , tal como eu, ontem só conseguiram colocar-se de joelhos na prancha cá fica o exemplo da persistência da heroína do empreendimento.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Trilhos de progresso
Tendo e conta a dificuldade de escolher acções e de saber o que é necessário nos objectivos pertencentes aos trilhos de progresso, aqui está um site que pode ajudar bastante nesse aspecto:
http://leiria.cne-escutismo.pt/web/source/pe/obj_fisico.asp
Boa Sorte no progresso, Lobo Predador.
http://leiria.cne-escutismo.pt/web/source/pe/obj_fisico.asp
Boa Sorte no progresso, Lobo Predador.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Emblema de progresso

Com o novo projeto educativo do CNE, ao mudar o progresso individual, mudou-se também os emblemas de progresso. Desta forma o emblema é sempre o mesmo embora se acrescente componentes. As etapas são Desprendimento (gaivota central), conhecimento (peças de puzzle), Vontade (ramo) e Construção (três mãos). A disposição final do emblema é a seguinte:
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Noite Feliz na Terra de Ninguém
"Finalmente parou de chover. A noite está clara, com céu limpo, estrelado, como os soldados não viam há muito tempo.
Ao contrário da chuva, porém, o frio segue sem dar trégua. Normal nesta época do ano. O que não seria normal em outros anos é o fedor no ar. Cheiro de morte, que invade as narinas e mexe com a cabeça dos vivos – alemães e britânicos, inimigos separados por 80, 100 metros no máximo. Entre eles está a “terra de ninguém”, assim chamada porque não se sobreviveria ali muito tempo. Cadáveres de combatentes de ambos os lados compõem a paisagem com cercas de arame farpado, troncos de árvores calcinadas e crateras abertas pelas explosões de granadas. O barulho delas é ensurdecedor, mas no momento não se ouve nada. Nenhuma explosão, nenhum tiro. Nenhum recruta agonizante gritando por socorro ou chamando pela mãe. Nada.
E de repente o silêncio é quebrado. Das trincheiras alemãs, ouve-se alguém cantando. Os companheiros fazem coro e logo há dezenas, talvez centenas de vozes no escuro. Cantam “Stille Nacht, Heilige Nacht”. Atônitos, os britânicos escutam a melodia sem compreender o que diz a letra. Mas nem precisam: mesmo quem jamais a tivesse escutado descobriria que a música fala de paz. Em inglês, ela é conhecida como “Silent Night”; em português, foi batizada de “Noite Feliz”. Quando a música acaba, o silêncio retorna. Por pouco tempo.
“Good, old Fritz!”, gritam os britânicos. Os “Fritz” respondem com “Merry Christmas, Englishmen!”, seguido de palavras num inglês arrastado: “We not shoot, you not shoot!”(“Nós não atiramos, vocês também não”).
Estamos em algum lugar de Flandres, na Bélgica, em 24 de Dezembro de 1914. E esta história faz parte de um dos mais surpreendentes e esquecidos capítulos da Primeira Guerra Mundial: as confraternizações entre soldados inimigos no Natal daquele ano. Ao longo de toda a frente ocidental – que se estendia do mar do Norte aos Alpes suíços, cruzando a França –, soldados cessaram fogo e deixaram por alguns dias as diferenças para trás. A paz não havia sido acertada nos gabinetes dos generais; ela surgiu ali mesmo nas trincheiras, de forma espontânea. Jamais acontecera algo igual antes"
http://historia.abril.com.br/guerra/noite-feliz-terra-ninguem-natal-1914-433575.shtml
Bom Natal
Ao contrário da chuva, porém, o frio segue sem dar trégua. Normal nesta época do ano. O que não seria normal em outros anos é o fedor no ar. Cheiro de morte, que invade as narinas e mexe com a cabeça dos vivos – alemães e britânicos, inimigos separados por 80, 100 metros no máximo. Entre eles está a “terra de ninguém”, assim chamada porque não se sobreviveria ali muito tempo. Cadáveres de combatentes de ambos os lados compõem a paisagem com cercas de arame farpado, troncos de árvores calcinadas e crateras abertas pelas explosões de granadas. O barulho delas é ensurdecedor, mas no momento não se ouve nada. Nenhuma explosão, nenhum tiro. Nenhum recruta agonizante gritando por socorro ou chamando pela mãe. Nada.
E de repente o silêncio é quebrado. Das trincheiras alemãs, ouve-se alguém cantando. Os companheiros fazem coro e logo há dezenas, talvez centenas de vozes no escuro. Cantam “Stille Nacht, Heilige Nacht”. Atônitos, os britânicos escutam a melodia sem compreender o que diz a letra. Mas nem precisam: mesmo quem jamais a tivesse escutado descobriria que a música fala de paz. Em inglês, ela é conhecida como “Silent Night”; em português, foi batizada de “Noite Feliz”. Quando a música acaba, o silêncio retorna. Por pouco tempo.
“Good, old Fritz!”, gritam os britânicos. Os “Fritz” respondem com “Merry Christmas, Englishmen!”, seguido de palavras num inglês arrastado: “We not shoot, you not shoot!”(“Nós não atiramos, vocês também não”).
Estamos em algum lugar de Flandres, na Bélgica, em 24 de Dezembro de 1914. E esta história faz parte de um dos mais surpreendentes e esquecidos capítulos da Primeira Guerra Mundial: as confraternizações entre soldados inimigos no Natal daquele ano. Ao longo de toda a frente ocidental – que se estendia do mar do Norte aos Alpes suíços, cruzando a França –, soldados cessaram fogo e deixaram por alguns dias as diferenças para trás. A paz não havia sido acertada nos gabinetes dos generais; ela surgiu ali mesmo nas trincheiras, de forma espontânea. Jamais acontecera algo igual antes"
http://historia.abril.com.br/guerra/noite-feliz-terra-ninguem-natal-1914-433575.shtml
Bom Natal
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